Parece que estamos retrocedendo”, aponta em entrevista a educadora Maria de Fátima Zanin, que trabalha desde a década de 80 na rede pública de São Paulo. Professora na EMEI Vila Ema, ela acreditava que esses temas estavam avançando na sociedade. “Quando eu comecei, não se podia nem falar em divisão das tarefas domésticas de casa sem gerar protestos dos meninos. Discutir gênero é mostrar que pode existir igualdade e respeito na sociedade e na escola. E a gente perde muito tirando isso da escola, que é o lugar onde se formam diversas relações sociais”, lamenta a educadora. Clique na imagem para ler a reportagem publicada no Portal Aprendiz.